verified Ferramenta gratuita para empresas com funcionários CLT.

Quanto custa de verdade contratar um funcionário?

O salário bruto é só o começo. Calcule o custo total com INSS patronal, FGTS, 13º salário, férias e todos os encargos trabalhistas — e veja quanto o funcionário realmente recebe em mãos.

R$

Informe o salário que consta na carteira de trabalho.

expand_more

Por que o custo real é tão diferente do salário?

account_balance_wallet

Encargos sobre a folha

Além do salário, a empresa paga INSS patronal (20%), RAT (2%) e contribuições ao Sistema S (5,8%) sobre cada real de salário — antes mesmo de pensar em provisões.

event

Provisões obrigatórias

13º salário, férias com 1/3 constitucional e FGTS (8% + provisão da multa rescisória) precisam ser provisionados mensalmente. Juntos, representam mais de 25% do salário bruto.

trending_up

O multiplicador CLT

Somando tudo, o custo real de um funcionário CLT é tipicamente 1,65 a 1,75× o salário bruto. Para um salário de R$ 5.000, a empresa desembolsa cerca de R$ 8.500 por mês.

Como calcular o custo real de um funcionário CLT

Contratar um funcionário no Brasil via CLT envolve muito mais do que o salário registrado em carteira. A legislação trabalhista impõe uma série de encargos obrigatórios que tornam o custo efetivo para a empresa significativamente maior do que o valor que o funcionário recebe em mãos.

Encargos mensais sobre o salário

Sobre cada real de salário pago, a empresa recolhe mensalmente: INSS patronal de 20% (Previdência Social), RAT de 2% (Risco Ambiental do Trabalho, grau médio), contribuições ao Sistema S de 5,8% (SENAI/SESI, SENAC/SESC, SEBRAE, FNDE e INCRA) e FGTS de 8%. Apenas esses itens já representam 35,8% adicionais sobre o salário bruto.

Provisões que devem ser guardadas mensalmente

Além dos encargos mensais, a empresa precisa provisionar o 13º salário (1/12 do salário por mês trabalhado), as férias com abono de 1/3 (equivalente a 11,1% do salário por mês) e a multa rescisória do FGTS (provisionada como 3,2% do salário). Cada uma dessas provisões também incide INSS e FGTS — o que aumenta ainda mais o custo total.

O que o funcionário recebe em mãos

Do salário bruto, são descontados o INSS do empregado (tabela progressiva de 7,5% a 14%, com teto de R$ 951,62) e o Imposto de Renda (tabela progressiva com deduções por dependentes). O resultado é o salário líquido — o valor que efetivamente cai na conta do funcionário.

Especialmente relevante para